segunda-feira, 20 de agosto de 2012


LOST

Os meus sonhos não param de perseguir
Não consigo me esconder e não me deixam ir
Onde estou se não é ao seu lado
No meu sonho me sinto perdido e apavorado

Os caminhos se cruzam e me deixam perdido
Meu corpo treme e a indecisão me deixa impedido
De seguir minha própria indecisão
Das denuncias de uma alma seguida de motivação

Não serei as respostas das minhas perguntas
Mais entendo por que se sintam desnudas
Das palavras perdidas das minhas denuncias
Do corpo entediado com minhas pronuncias

Não sou um perdido sem a mínima direção
Sou  palavras que brotam das profundezas de um coração
Entediando-me com palavras sem a mínima comunicação
Do cérebro do sentimento do amor misturado com a paixão.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

segunda-feira, 13 de agosto de 2012



ENTRE LETRAS

Entre letras eu caminho no meu ser
Permito entre linhas  me perder
Entre letras já não sei quem sou
Desenho um caminho na direção do teu amor

Entre letras caminho sem um caminho
E vôo como um eterno passarinho
Entre letras não penso quem seria um dia ser
E jamais nessa escrita agüentaria te perder

Entre letras somente as palavras te descreveria
Mas não saberia entre letras te descrever
Entre letras a perfeição é impossível de ver
Pois ela declina na tangente do teu ser

Entre letras o inicio é o parágrafo do espaço sem você
A exclamação da pergunta  difícil de responder
Entre letras eu desembaraço um texto de amor de uma nova paixão
O ponto que não é o final e sim o começo de uma nova redação

ANDERSON SILVEIRA LOPES

quinta-feira, 5 de julho de 2012


       LOUCURA

Tenho um sonho impossível que não posso realizar
Algo que nem o tempo é capaz de fazer passar
E quando a água faz a chuva em rios deslizar
Momentos turvos em pensamentos se fazem passar

Não corro contra o tempo, mas também não caminho
Suspiro mesmo não tendo o que pensar como um bisonho
Não sonho por que nada mais me faz sonhar
Nada tenho tudo corro e recorro ao mérito de apenas estar

O negro de estar em sobras que  a luz esta a entrar
É mesmo motivo que faz a luz esconder-se e chorar
O claro que é o possível impossivelmente explicar
E os olhos negros que no escuro se faz em reflexos brilhar

Os gritos de sofrimentos é sorriso em determinado momento
Uma loucura sem sementes em um verdadeiro enterro
Onde a crescente é a curva infinita da tangente
Onde a loucura é a única certeza que cerca o coração emergente.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

sábado, 23 de junho de 2012

O COMEÇO DO FIM

Queria ter um poema para expressar meu sentimento
Mas não conseguiria em palavras descrever esse momento
Tem pessoas que passam em nossas vidas como cometas
E outras permanecem como as mais belas estrelas

E é nesse momento que vemos o quanto é importante
Viver cada momento e amar a vida a cada instante
Pois eles passam e às vezes não damos a verdadeira relevância
De estar e viver, insistir e demonstrar a verdadeira importância

Às vezes deixamos de fazer e esquecemos-nos de realizar
Perdemos o instante oportuno e não queremos encarar
Erramos e certas vezes deixamos escapar
A verdadeira oportunidade de viver e sonhar

Se hoje é dia diga que ame,chore, brigue e peça desculpas
Priorize suas oportunidades mesmo nas grandes lutas
Não abaixe a cabeça depois dos erros, mas não os repita
Depois do fim o que deseje que se lembre de ti durante a vida?

ANDERSON SILVEIRA LOPES

quarta-feira, 30 de maio de 2012

O GRITO

Um toque em sonho bem distante
Quando o vento sopra em um determinado instante
Não me encontro nas palavras e sim no pensamento
Que em discurso sofre em determinado momento

Os gritos que me guiam determinam meu ser
Que acalmam minha agressividade de te ter
Não sou um caos mais sou o movimento da terra
Que abre fendas que vai das profundezas a atmosfera

Mesmo não sendo um vento eu sou imperceptível
Sou plausível de erros incondicional bem  visível
Mas sou insolúvel e não me derreto com suas chantagens
E me hipnotiza ao analisar alguns fatos e imagens

Mesmo que tudo ocorra e minhas palavras não tenha sentido
Verá em meus olhos que jamais estarei mentindo
As repostas estarão sempre a lhe rodear
E minhas palavras servirão para meu amor por ti demonstrar

ANDERSON SILVEIRA LOPES

quinta-feira, 3 de maio de 2012

MAR
Como é grandioso estar perto do mar
Sentir o vento em meu rosto deslizar
Os olhos fixos vão até extremo horizonte
E respiro e suspiro leve e forte

Quanto estamos longe queremos perto estar
E quando perto chegamos parece que jamais ira esgotar
Suas curvas nos levam a tudo imaginar
E os pensamentos parecem voar

A vontade de pular em suas curvas e me deleitar
É superada pela a imensidão da vontade de somente observar
A água cristalina cristaliza meus pensamentos
E a areia branca fixa meus sentimentos

A minha calma esta na regularidade de suas ondas
E quando nelas eu deslizo me sinto livre nas suas curvas
Em apenas segundos vou e volto em uma velocidade estrelar
E tudo que era turvo agora é claro igual à água desse mar

ANDERSON SILVEIRA LOPES

quarta-feira, 2 de maio de 2012

RESPOSTAS ONDE ENCONTRAR?

Às vezes não sei em que fase eu estou
Se já passei ou para mim não se mostrou
Procuro e não encontro o que não sei o que procurar
Pergunto-me e me respondo sem a reposta encontrar

Juro que tento, mas quieto ainda permaneço
Chego perto de tudo, mas em surto esqueço
Não tenho um caminho, mas tenho direção
Permaneço com orgulho, mas derrete meu coração

Ainda existem as estrelas para me guiar
E o sol permanece em minha direção brilhar
A lua que às vezes esqueço fica quieta a me cuidar
Pois sabe que sou um filho que tem tudo para um grande caminho trilhar

E de repente percebo que tem um céu grandioso sobre mim
E as estrelas brilham e mostram-me que sempre será assim
Quando estiver perdido basta para o céu olhar
E tudo que desejo no fundo dos pensamentos irei encontrar.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

NÃO DEIXO VOCÊ PARTIR As vezes não sei o que faço e também não sei o que fazer Queria correr até seus braços e nos seus braços adorm...