segunda-feira, 20 de maio de 2013



                             A GUIA


Meus olhos estão vedados para a realização de um sonho
Estão sendo escrito de algum modo estranho
Está indo em uma direção jamais pensada
Em alguma parte dentro de mim nunca imaginada

A hora vai chegando e os pensando se criando
Penso por horas escuto musica e vou sonhando
Sonho por horas em algo que poderá acontecer
Que pode ser e por algumas horas se esconder

Às vezes não sei se é a realização de algo normal
Mas seus olhos me perseguem  como uma ajo mal
Eu vôo bem distante para poder com calma pensar
E nessa liberdade eu me perco para ser o que desejar

Não sou ou penso ser, mas desejo cada ser realizar
Tenho medo como qualquer humano que deseja amar
Faço de minhas palavras algo para em um ponto chegar
A felicidade ela não acontece se pelo menos com ela sonhar


ANDERSON SILVEIRA LOPES

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Inexplicável Sentimento

                    Inexplicável Sentimento



Às vezes sinto algo inexplicável a reação humana
Uma força que sai e entra no corpo, mas estranha
Queria correr o mais rápido e longe possível
Esconder  e estar sozinho ficar perto mas intangível

Sentir ficar sonhar experimentar sorrir e chorar
Tudo ao mesmo tempo, mas sem querer melhorar
Passo a passo passar por cada sentimento
Viver intensamente cada momento

Como se fosse querer não sentir, sentir assim mesmo
Sentindo todas as reações possíveis
Como um antídoto para gerar anticorpos extremos
E quando achar que tudo passou vai notar que apenas começou

Um começo sem fim e um final sem começo
Um amor sem amar uma vida sem falar
Um sentimento sem sentir uma vida sem rir
Mesmo assim vai viver amar e sentir.

ASS: ANDERSON SILVEIRA LOPES
              AMOR A VIDA

Às vezes me sinto uma arvore em uma floresta
Tenho a luz do sol e a do luar e a vejo por uma fresta
De repente vem um lenhador e alguns galhos cortam
E as minhas formas perfeitas se desmontam

Mesmo com as folhas caindo e muita dor sentindo
Penso que tudo acontece e que posso acabar desistindo
Mas de meus galhos machucados nascem brotos
Que me mostram que só se perde a esperança depois de morto

E então desses meus galhos venho renascendo
E mais alto que antes tinha venho crescendo
Novos galhos e novas folhas uma nova vida
Mostrando que não existe vida que não deva ser vivida

Agora já estou verde novamente e mais forte do que antes
E vivo entre a luz do sol e do luar como dois amantes
Sei que novamente tudo pode acontecer
Mas não importa os galhos que cortar enquanto tiver vida vou viver.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

LOST

Os meus sonhos não param de perseguir
Não consigo me esconder e não me deixam ir
Onde estou se não é ao seu lado
No meu sonho me sinto perdido e apavorado

Os caminhos se cruzam e me deixam perdido
Meu corpo treme e a indecisão me deixa impedido
De seguir minha própria indecisão
Das denuncias de uma alma seguida de motivação

Não serei as respostas das minhas perguntas
Mais entendo por que se sintam desnudas
Das palavras perdidas das minhas denuncias
Do corpo entediado com minhas pronuncias

Não sou um perdido sem a mínima direção
Sou  palavras que brotam das profundezas de um coração
Entediando-me com palavras sem a mínima comunicação
Do cérebro do sentimento do amor misturado com a paixão.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

segunda-feira, 13 de agosto de 2012



ENTRE LETRAS

Entre letras eu caminho no meu ser
Permito entre linhas  me perder
Entre letras já não sei quem sou
Desenho um caminho na direção do teu amor

Entre letras caminho sem um caminho
E vôo como um eterno passarinho
Entre letras não penso quem seria um dia ser
E jamais nessa escrita agüentaria te perder

Entre letras somente as palavras te descreveria
Mas não saberia entre letras te descrever
Entre letras a perfeição é impossível de ver
Pois ela declina na tangente do teu ser

Entre letras o inicio é o parágrafo do espaço sem você
A exclamação da pergunta  difícil de responder
Entre letras eu desembaraço um texto de amor de uma nova paixão
O ponto que não é o final e sim o começo de uma nova redação

ANDERSON SILVEIRA LOPES

quinta-feira, 5 de julho de 2012


       LOUCURA

Tenho um sonho impossível que não posso realizar
Algo que nem o tempo é capaz de fazer passar
E quando a água faz a chuva em rios deslizar
Momentos turvos em pensamentos se fazem passar

Não corro contra o tempo, mas também não caminho
Suspiro mesmo não tendo o que pensar como um bisonho
Não sonho por que nada mais me faz sonhar
Nada tenho tudo corro e recorro ao mérito de apenas estar

O negro de estar em sobras que  a luz esta a entrar
É mesmo motivo que faz a luz esconder-se e chorar
O claro que é o possível impossivelmente explicar
E os olhos negros que no escuro se faz em reflexos brilhar

Os gritos de sofrimentos é sorriso em determinado momento
Uma loucura sem sementes em um verdadeiro enterro
Onde a crescente é a curva infinita da tangente
Onde a loucura é a única certeza que cerca o coração emergente.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

sábado, 23 de junho de 2012

O COMEÇO DO FIM

Queria ter um poema para expressar meu sentimento
Mas não conseguiria em palavras descrever esse momento
Tem pessoas que passam em nossas vidas como cometas
E outras permanecem como as mais belas estrelas

E é nesse momento que vemos o quanto é importante
Viver cada momento e amar a vida a cada instante
Pois eles passam e às vezes não damos a verdadeira relevância
De estar e viver, insistir e demonstrar a verdadeira importância

Às vezes deixamos de fazer e esquecemos-nos de realizar
Perdemos o instante oportuno e não queremos encarar
Erramos e certas vezes deixamos escapar
A verdadeira oportunidade de viver e sonhar

Se hoje é dia diga que ame,chore, brigue e peça desculpas
Priorize suas oportunidades mesmo nas grandes lutas
Não abaixe a cabeça depois dos erros, mas não os repita
Depois do fim o que deseje que se lembre de ti durante a vida?

ANDERSON SILVEIRA LOPES

NÃO DEIXO VOCÊ PARTIR As vezes não sei o que faço e também não sei o que fazer Queria correr até seus braços e nos seus braços adorm...