domingo, 29 de março de 2015


ILUSÕES

 

Seus olhos não são mais meus

E meus amores não são mais teus

Mas meu coração permanece no vazio

E tudo que contigo tinha vivido

 

Agora não existe mais nenhum pensamento

E o que ficou caiu no esquecimento

Tudo é novo e permanece a esperança

De tudo mudar e ter na vida a perseverança

 

Antes o sol brilhava na escuridão

E nas profundezas de estar contigo na solidão

Nas ilusões de sonhar na perfeição

Que somente existiu na minha imaginação

 

Agora tudo tem mais cor e eu estou vendo

Estou sentido o calor do sol e revivendo

Que a verdade que tinha como verdade era ilusão

E a ilusão me trouxe para a vida em uma verdadeira revolução.

 

ANDERSON SILVEIRA LOPES

quarta-feira, 4 de março de 2015


 
 
SER MULHER
Ser mulher é nascer predestinada
Predestinada a cuidar e ser amada
Ser mulher é ter um olhar no presente
Enxergar o futuro mesmo estando ausente
 
Ser mulher é cuidar e ser cuidada
Entregar-se e muitas vezes magoada
Ser mulher é compreender o dia
Mas ter a certeza que não será compreendida
 
Ser mulher é ter força quando jamais se espera
E surpreender-se com sua força e destreza
Ser mulher é doar-se e gerar a vida
Ter na alma a calma da luz divina
 
Ser mulher é transcender algo impossível de imaginar
De desenhos perfeitos que nem um artista consegue desenhar
Ser mulher está além da doação eterna pela humanidade
Pois é a única que gera e doa o que há de beleza de verdade.
 
ANDERSON SILVEIRA LOPES
 
 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A ESCOLHA É TUA E DE MAIS NINGUÉM

Enquanto tudo dura o tempo suficiente para acabar
As imaginações servem para iludir que para sempre será
E o tempo é uma incógnita que jamais acabará
As palavras que falas jamais será capaz de voltar

O destino ri das tuas ações enquanto colocas a culpa nele
Deleita no tempo que perde com ações insuficientes que sente na pele
A ignorância que caminha junto contigo é a mesa que reflete no teu rosto
De magoas passadas e escondidas em uma estória contada a contragosto

Quem define com livre arbítrio teu destino, são tuas ações
As decisões e culpas é responsabilidade de tuas decisões
E cabe não culpa-las em simples desculpas de destinos desencontrados
Cabendo a ti, escrever tua história, com a realidade e fatos realmente contatados

As decisões alheias cabem apenas como motivos
Para dizer que o destino sempre estaria vivo
A reencontrar caminhos que insistem a se cruzar
Mas cabe somente a nós decidir se queremos ou não sem desculpas concretizar.

ANDERSON SILVEIRA LOPES




sábado, 29 de novembro de 2014

                                 A DESTINO B

Em certo tempo não tínhamos mais tempo e ele era curto
caminhávamos na escuridão do sol em surto
no caminho muitas pontes balançavam e assim nos arriscávamos
e tudo era novo perigoso mas mesmo assim caminhávamos

Juntos tudo era sorriso,alegria e lindo sempre seria
como as flores na primavera como um beijo na rua na esquina
um abraço forte que jamais se esqueceria
um momento,um minuto, um segundo que triste se perderia

Um passado tão presente, um espaço no tempo realmente
como a curva entre a terra e marte distante e permanente
A apenas anos luz que somente na velocidade da luz inexistente
é possível chegar em um olhar em um beijo em um tempo existente

Neste caminho não a passos que não foram dados  e nem esquecimentos
não a distância que distancie momentos que permanecem em sentimentos
em apenas um batida do coração caminhos foram traçados
é capaz de estar e lembrar mesmo quando estamos de olhos fechados.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

terça-feira, 4 de novembro de 2014


COMO ESCREVER UM POEMA

Escrever um poema é tão simples que qualquer um faria
Os pensamentos se cruzam como agua que corre fria
Ela vai deslizando sobre seu corpo e ao sentir arrepia
Pois ele é descrito com palavras que ao ler se resfria

Se resfria como gelo que quando sai derrete
E ao degelar as palavras sentimentos se remete
E ao remetente ele encontra-se planta e semente
Que uma aflora e a outra cresce em uma só mente

Se fundem em um sentimento indescritível
Que parece vir lá do sentimento mais imperceptível
Envolvendo-o com uma força jamais incomparável
Dominadora entre laços e abraços afável

Dominado o dominador não sabe distinguir
E segue a passos largos sem ao menos sentir
Que não é dono das palavras e nem de si
É apenas ponte entre as palavras e o sentir.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

segunda-feira, 4 de agosto de 2014


SER OU NÃO SER

Ser ou não ser algo que se espera
Ou ser o  que os outros  de ti pensa
A explicação do ser é complexa
Pois não somos o que se expressa

 A incógnita do ser  é impressionante
Pois não existe explicação em uma consoante
Somos o anexo de consoantes e vogais
Que juntas formam palavras hexagonais

 
Mesmo que unidas tem suas imperfeições
E seus inúmeros sentidos podem não ter explicações
Mas em suas imperfeições  julgam – se perfeitas
O que seria mais perfeito do que ser imperfeito

Ser o que não se espera é no inesperado surpreender
Nas imperfeições conseguir enxergar a perfeição e se render
E mesmo quando tudo parecer ser o que é
Entender que ser ou não ser pode ser um simples não ser o que é.

                                                                                                     ANDERSON SILVEIRA LOPES

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Sabe hoje é o dia
O dia das lembranças que me prendem a você
O dia que acordei e sonhei em te ter
O dia que choveu e abriu o sol
O dia em que toquei em sol be mol

O dia que o tempo parou
O dia que a tempestade chegou
O dia que tudo parecia acabar
O dia que lágrimas fizeraram-se rolar

O dia que parecia voar
O dia que em teus braços era meu lar
O dia onde até um ciclone se transformou em brisa
O dia que em que a brisa se tornou a minha amiga

Você sempre será um novo dia de um novo amanhã
Que faz dos dias a luz de todas as manhãs
Que o acordar será uma triste ilusão do amanhecer
Pois a realidade é o sonho do acordar do anoitecer

ANDERSON SILVEIRA LOPES

NÃO DEIXO VOCÊ PARTIR As vezes não sei o que faço e também não sei o que fazer Queria correr até seus braços e nos seus braços adorm...