sexta-feira, 24 de junho de 2011

FACES DO AMOR

Qual tipo de amor gostaria de ter
Alguém que te faz sorrir ou que gostasse de ver
Um forte, implacável e rústico
Ou frágil, meigo e místico

O que faria para conquistá-lo
Seria e faria as suas vontades para amá-lo
Ou apenas deixaria tudo acontecer
Independente de te fazer sofrer

E quando com ele estivesse
Seria perfeito ou apenas uma veste
Com uma delicada cor viva ou morta 
Que de vez enquanto não satisfeito troca


Crie,pense, planeje, faça, mas não esqueça
Que nunca é perfeito por mais que pareça
O amor é uma incógnita indecifrável
Onde até o mais sábio se torna incontrolável.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

segunda-feira, 20 de junho de 2011

AINDA HÁ TEMPO DE AGRADECER

Vim te agradecer por tudo que tenho
Pelos dias que passei e até os que me arrependo
Dizer-te que cada passo foi ao teu lado
Até quando já não havia te avistado

Tuas palavras foram anônimas a cada instante
E tuas ações foram muito importantes
Sem ti não saberia como me erguer
E teus conselhos jamais irei esquecer

Sou o sul sem norte sem tuas palavras
Sou um homem perdido em florestas escandinavas
Guia-me quando estou sem caminho
E me faz como pássaro retornar ao ninho

Embora minhas palavras ainda não agradeçam o suficiente
Estas em todas as ações e momento em minha mente
Meu esforço em tudo é o seu reflexo e sua conquista
E meu caminho é longo ele começa quando termina.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

domingo, 19 de junho de 2011

SOU EU EM VOCÊ

Sou um vento em indecisão
Sou uma chuva rápida de verão
Sou a terra que você pisa
Sou a memória que sua mente reprisa

Sou a gota que cai em seus lábios
Sou a onda que reflete em seus olhos
Sou a beleza que você enxerga na lua
Sou o desejo que você pensa ser sua

Sou a flor que desabrocha ao seu olhar
Sou a brisa que desliza no ar
Sou a fonte que faz você suspirar
Sou o desejo que te faz desejar

Sou tudo e o nada quando o assunto é você
Sou a chuva que faz em seu corpo escorrer
Sou a paixão que você não consegue esquecer
Sou imagem que mesmo de olhos fechados você consegue ver.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

quinta-feira, 16 de junho de 2011

 SONHO

Sonho uma hipótese de acontecimento cerebral
Que envolve os momentos e confunde-se com o real
Uma magnitude de processos vividos
De sentimentos do subconsciente extraídos

Uma síntese clara de algo inexplicável
Mas em nossas vidas aplicável
Pois não sonhamos por que dormimos
E sim porque sentimos o que tanto queríamos

É trazer tudo para vida e despertar
É fazer o que sempre desejou e se realizar
É uma teoria sem um sentido claro
Pois é o que faz cada momento se tornar raro

Envolve-nos para fazer acontecer
Faz-nos por ele viver ou morrer
Sem ele nada tem sentindo é o agora o antes e o depois
É o que faz o "um "sozinho encontrar mais "um" e formar dois.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

segunda-feira, 13 de junho de 2011


A PONTE


Uma hora te amo e outra te odeio
Gosto dos teus beijos e te desejo
E de repente tudo desisto em devaneio
Volto e me revolto com o que vejo

Vejo-me entre uma ponte larga e estreita
Onde ambas seria a travessia perfeita
Mas ao me encontrar sobre elas tudo é inseguro
E então me fixo em um lugar somente para ficar seguro

E bem no meio dessa ponte eu penso
Volto para onde estava e remeço?
Ou paro e penso em algo para continuar
E vou arriscando a única coisa que tenho para dar

Amar é indecisões dentro de decisões
Onde entender é um jogo de duas relações
Amar e ser correspondido nas suas expectativas
Entender e ser compreensível mesmo nas despedidas.

ANDERSON SILVEIRA LOPES

domingo, 12 de junho de 2011

TUDO FAZ SENTIDO

Entre uma musica e outra meus pensamentos voam
Vão de lugar a lugar e pelas terras e mares mergulham
Tudo é capaz de acontecer e favorecer
Pensamentos claros na calma do amanhecer

E na calma tudo parece fazer sentido
O que antes era erro agora não é mais martírio
É a conexão que faltava da razão e o coração
Era a parte que faltava para entender a resolução

O encaixe perfeito do tabuleiro quebrado
O vidro estilhaçado e agora restaurado
O tempo exato para entender a causa
O fato implícito para esquecer a pausa

Neste momento percebemos a continuidade
O que antes era tristeza agora é felicidade
Tudo acontece na hora que tem que acontecer
Mas é exatamente na calma que se faz entender.

ANDERSON SILVEIRA LOPES
DECEPÇÃO

Um dia eu sou um e outro dia sou outro
Não me conheço e às vezes de mim me escondo
Lembro dos teus olhares e seus carinhos
Esqueço de mim e lembro-me do que sentimos

Não sei o que fiz para desmerecer um sentimento
Que implorava e planejava em vários momentos
Será que não notei que seu olhar por mim se apagou
Pois quando menos imaginei tudo acabou

Caminho e corro atrás de algo que não sei
Mas ainda lembro-me de tudo que imaginei
Foi algo que de olhos fixados em seu amor
Não imaginaria que viria de você a dor

Levantar-me não foi o mais difícil
E sim permanecer em pé é um sacrifício
Ergo-me hoje para implorar pela uma vida
Que com uma lança que atravessou o peito foi ferida

ANDERSON SILVEIRA LOPES

NÃO DEIXO VOCÊ PARTIR As vezes não sei o que faço e também não sei o que fazer Queria correr até seus braços e nos seus braços adorm...